quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ciranda

O amor que me enche por completo, que sopra em meu nariz o certo. Aquele que me faz pequenininho quando me pega no colo, de mansinho ocupa o seu espaço. Esse amor de desventuras, devaneios e às vezes desgosto. É um calor gostoso, de arder as bochechas e causar embrulho no estômago (antes sentir qualquer tipo de sentimento que pedir socorro por não ter nenhum deles). Um amor tão puro e sincero que enquanto o tempo fica velho, ele se renova. Que a distância não tem medida, nem poder. E por mais que a ciranda da vida gire aos desencontros, uma hora dá certo e o ciclo se fecha. De mãos dadas, pombinhos cantarolam ao por do sol, com os raios de luz nos olhos, denunciando a carinha de apaixonados. Um carinho à luz da lua, um aperto de mão, não sei se chega a ser paixão, mas é amor que não se vende, nem se encontra. Conquista-se.

Um comentário:

  1. mto bonito ju ^^
    aqui eh o gosta, lembra de mim? xD
    ta ótimo seu blog, a bicicleta no fundo tem tudo a ver gwuhauha

    se tiver um tempo passa lá no meu, até mais o/
    http://alvoradadosom.blogspot.com/

    ResponderExcluir

Obrigada por deixar um pouco de si por aqui!