terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Afinal, para que servem as carapuças?

Para fingir que está tudo bem? Para proteger alguém? Para mostrar o que você não é? Por que ela existe então? Não sei quem a inventou, só sei que a desprezo tanto quanto a utilizo.

É o medo que transparece sua forma e faz crescer sua força, mas ela não faz bem para ninguém. Se agora parece que melhora, depois vem a avalanche por conta da fraqueza de suas barreiras. Não que ela seja mentira, mas fraqueza. Ela parece ser algo que nunca é e por isso engana. O corpo, mas a mente sabe que aquilo é vergonhoso.

E se ela ainda vive porque a verdade dói somos burros ou ingênuos em não perceber que esconder a verdade dói mais ainda. Ela é tão inimiga da sinceridade que chega a se entrelaçar sobre suas pernas, sorrateira, para derrubá-la. Mas não é assim que as coisas funcionam: elas são muito maiores do que se parecem. Mais profundas, sabe? Eu só sei que independente de minhas críticas ainda não consegui me libertar de todas elas. Ou já tenha feito isso e esteja sofrendo as conseqüências. É melhor assim: que ela fique bem longe de mim.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Revoluções em cada centímetro de mim

Economizo gestos, mas não minhas vontades. Aprecio quem não tem medo de saciar os objetivos, mas ainda que eu tema os riscos sei que minha grandeza é mais forte que estes mínimos detalhes. Não importa o quão extenso ou complicado seja o caminho, eu sei que posso formá-lo da maneira que bem entendo e desejo. Ter sucesso na vida não é para formar um modelo de experiência para os outros e sim para satisfazer meus mais profundos sonhos. Aqueles, guardados e que poupo transformá-los em palavra para formá-los em realidade concreta.

É a força de minha determinação que move minha energia de conquista. Sem poetismo, mas cheio de um romantismo complexo que preenche meus movimentos e agem de forma pura e ingênua, para abrir a minha mente e fazer desta vida incrivelmente surpreendente.